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Fisioterapia após fraturas em Ribeirão Preto

Quando o gesso sai, muita gente se assusta: o braço ou a perna está fino, rígido e fraco. É normal — e é aí que a fisioterapia entra para devolver tudo o que a imobilização tirou.

Fisioterapeuta orientando paciente em reabilitação após fratura
Neste guia

    O que acontece depois de uma fratura

    O osso se regenera em etapas, ao longo de semanas a meses, dependendo do local, do tipo de fratura, da idade e da saúde de cada pessoa. Enquanto isso, a imobilização ou a proteção necessária para a consolidação cobra seu preço: as articulações próximas enrijecem, os músculos perdem força e volume, e o controle do movimento diminui.

    A fisioterapia trabalha para recuperar essas perdas, respeitando o tempo de consolidação e as orientações do ortopedista sobre carga e movimento.

    Fraturas mais comuns na reabilitação

    • Punho (rádio distal), muito comum em quedas
    • Tornozelo
    • Úmero proximal (ombro), frequente em idosos
    • Clavícula
    • Fêmur proximal (quadril), em idosos com osteoporose
    • Tíbia e fíbula
    • Mãos e dedos
    • Fraturas por estresse em corredores

    Como é a reabilitação

    1. Enquanto o osso consolida: manter o movimento das articulações que não estão imobilizadas, controlar o inchaço e preservar a força do restante do corpo.
    2. Após a liberação: recuperar a amplitude de movimento da articulação que ficou parada, com exercícios e terapia manual.
    3. Fortalecimento progressivo, com carga crescente conforme a consolidação permite.
    4. Treino funcional: marcha, escadas, agarrar objetos, apoiar o peso do corpo.
    5. Retorno às atividades de trabalho, casa e esporte.

    Nas fraturas tratadas com cirurgia, a reabilitação segue as orientações do pós-operatório.

    Exercício de reabilitação para a mão e o punho
    Após a imobilização, a prioridade é devolver movimento às articulações que ficaram paradas.

    Fraturas e osteoporose

    Fraturas de punho, ombro, coluna e quadril após quedas simples podem ser o primeiro sinal de osteoporose. Além de tratar a fratura, é importante investigar a saúde óssea com o médico e trabalhar força e equilíbrio para prevenir novas quedas. Veja fisioterapia para idosos.

    Sinais de atenção

    Procure o seu médico se notar

    • Dor que aumenta em vez de diminuir ao longo das semanas.
    • Inchaço, vermelhidão ou calor intensos, ou febre.
    • Dormência, formigamento ou alteração de cor nos dedos.
    • Dor na panturrilha com inchaço, especialmente após fraturas da perna.

    Perguntas frequentes

    Quando posso começar a fisioterapia?

    Muitas vezes, ainda durante a imobilização, para trabalhar as articulações livres. A fisioterapia específica da região começa quando o ortopedista libera o movimento.

    A rigidez depois do gesso vai passar?

    Na grande maioria dos casos, sim. Com exercícios e terapia manual, a amplitude de movimento costuma melhorar progressivamente ao longo de algumas semanas.

    Posso apoiar o peso na perna fraturada?

    Somente quando o ortopedista liberar. A liberação de carga depende do tipo de fratura, do tratamento realizado e da consolidação observada nos exames.

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    Todo tratamento começa por uma avaliação individual. Conte o que está acontecendo e escolha o melhor período — a clínica responde pelo WhatsApp para combinar o horário.

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